Os primeiros moradores de Taubaté

Eles viviam próximo ao Largo do Chafariz

Foram os índios Guaianás que fixaram o homem em Taubaté.

A tribo produzia cerâmica cozida, plantava milho, inhame,  cará e mandioca; os Guaianás conheciam tintas extraídas de vegetais e produziam utensílios para o cotidiano.

O primeiro aldeamento ficava próximo da atual praça Rui Barbosa (Largo do chafariz).

Com a chegada do bandeirante, a tribo foi sendo gradativamente extinta.

Provas arqueológicas

Na década de 1860, na região do Bairro Chafariz, foram descobertas urnas funerárias contendo ossadas humanas. Urnas também foram encontradas na rua Capitão Geraldo, na década de 1920, e, em 1969, no Morro do Cristo.

Notícia de 3/10/1863 informa o encontro de "grandes vasos de barro queimado" contendo ossadas humanas. Acreditava-se que pertenceriam aos povos indígenas que habitaram Taubaté

Notícia de 3/10/1863 informa o encontro de “grandes vasos de barro queimado” contendo ossadas humanas. Acreditava-se que pertenceriam aos povos indígenas que habitaram Taubaté

Leia também: Em 1969, ossadas foram encontradas em frente a igreja Matriz de Taubaté. Saiba tudo em Os mortos da Dom Epaminondas.

Dutra indígena

Os principais caminhos que ligam  a Taubaté moderna ao restante do país surgiram de Peabirus, caminhos abertos por indígenas, ligando o litoral ao interior do país.

Veja o historiador paratiense Dilner Mello revelando a história do caminho que os povos indígenas que habitavam Taubaté percorriam até Paraty-RJ.

Pajé Centenário

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O taubateano honorário Hugo Di Domenico (1914-2014) dedicou décadas ao estudo do legado indígena no Brasil. É autor, entre outros, do Léxico Tupi-Português, um dicionário sobre a língua dos primeiros brasileiros. Dr. Hugo Di Domenico, chegou a ser considerado o mais antigo médico em atividade no Brasil.

Ouça Hugo Di Domenico falando sobre a língua dos primeiros habitantes de Taubaté.


Material retirado da Revista Almanaque Taubaté #1

 

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