A escravidão em Taubaté

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Há 125 anos chegava ao fim a escravidão em Taubaté, no dia 4 de março de 1888.
Para lembrar a data, reunimos aqui alguns textos que contam a história do período escravista na cidade. Veja abaixo.

 

 

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ESCRAVIDÃO E VIOLÊNCIA: O CASO DO ESCRAVO FRANCISCO
Fabiana Pazzine, na coluna Cotidiano da História, revela o caso de um escravo e suas condições de trabalho e  sobrevivência. Revela, sobretudo, um entendimento da sua condição enquanto produto.
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TRÁFICO DE ESCRAVOS: OS AFRICANOS TRAZIDOS PARA TAUBATÉ
O sistema escravocrata era muito bem estruturado. O sucesso do sistema dependia de um bem pensado esquema de logística, que se responsabilizava pela separação dos escravos em nações, misturando-as, especialmente as nações rivais, para minimizar o risco de sublevação. Nos documentos de Taubaté é possível identificar de onde vieram cada um dos escravos e como era essa organização. Veja no texto de Amanda Oliveira Monteiro.
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FAMÍLIA ESCRAVA EM TAUBATÉ
A formação de famílias escravas não representava a benevolência do escravista com o cativo. Era um instrumento de controle social, que minimizaria o potencial de revolta dos escravos. Entenda no texto de Fabiana Pazzine.
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EM BUSCA DA LIBERDADE: RESISTÊNCIA ESCRAVA EM TAUBATÉ
Amanda Oliveira Monteiro revela casos de resistência escrava em Taubaté, revelando a conscientização do escravo em relação à sua condição. São documentos do Arquivo Histórico Felix Guisar Filho que trazem à luz essa fase da história local.

 

MATÉRIA DE CAPA
Diário de Taubaté, 4 de março de 1898. 
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